terça-feira, 31 de maio de 2011

Cuidar da imagem externa é necessidade de atletas e também de executivos

CEO da JCBM Management, Bruno Mendonça, alerta para cuidados com imagem "fora de campo" também entre executivos.

Infomoney

Excesso de peso, relacionamento extraconjugal e carteira de motorista apreendida são algumas notícias e fatos que recentemente abalaram, através da geração de notícias e especulações, a imagem de atletas e profissionais do esporte no Brasil. Mas gerenciar imagem diante de situações desconfortáveis fora do trabalho nem de longe é exclusividade de jogadores.

O alerta é do CEO da empresa JCBM Management, Bruno Mendonça, que assessora a imagem de atletas, como o goleiro do Corinthians, Julio Cesar, por exemplo. “Costumamos indicar algumas ações e cuidados para atletas profissionais, sobretudo em função da exposição à qual esses profissionais estão submetidos, mas o alerta vale para o mundo corporativo também, ainda mais em um contexto onde cada vez mais empresas pesquisam hábitos e preferências pessoais sobre diretores, CEOs (Chiefs Executive Officers) e gerentes, que acabarão representando a imagem da empresa”, analisa.

Segundo Mendonça, isso se explica porque muitas das polêmicas registradas “fora de campo” refletem parte das posturas dentro dele. “Peguem as polêmicas envolvendo o Ronaldinho Gaúcho, por exemplo, que estão ligadas ao perfil dele: criativo, arrojado, impetuoso, agressivo, características que estão presentes tanto nos fatos como no seu desempenho”, compara Mendonça.

Cuidados

Apesar de alertar para a necessidade de cuidar e ter uma estratégia com a imagem fora do ambiente onde o profissional exerce seu trabalho, Mendonça recomenda: não é o caso de montar uma imagem perfeita. “Não é possível criar uma máscara, plantando só informações positivas, passando um ideal do profissional. O que se pode fazer é polir um pouco mais uma informação para chocar menos, amenizar o impacto de outra”, aponta o especialista.

Ao lembrar de casos polêmicos e problemas extracampo, Mendonça cita uma referência positiva abordada no futebol recentemente, que pode servir de exemplo para profissionais no mercado corporativo. “O Neymar assumiu recentemente que vai ser pai. Assim que a especulação começou, ele veio até a imprensa e assumiu determinada situação, blindando a mãe de seu filho e amenizando possíveis informações desencontradas sobre o assunto, não dando brecha para especulação. A lição é: não se pode esperar muito para assumir o erro, é necessário ter uma ação rápida junto aos públicos que você lida”, orienta o consultor.

Na avaliação do consultor, a preocupação com fatos fora da vida profissional pelos recrutadores, stakeholders e demais pessoas é uma realidade cada vez mais presente. “É muito difícil que não sejam levados em consideração aspectos do comportamento fora do trabalho, convicções, fatos, posições e alinhamentos”, revela.

Segundo Mendonça, a tradicional convicção de que “o que faço fora do trabalho não tem a ver com a minha realidade profissional” tende a ser minimizada cada vez mais. “Vejo que, a exemplo dos jogadores, os CEOs têm uma cobrança externa, um papel a ser desenvolvido. Se um jogador tem duas ou três atuações ruins, começa a cobrança para que ele justifique seu salário, se um CEO erra em duas ou três medidas, anúncios ou ações na empresa, também será cobrado”, compara Mendonça.

domingo, 29 de maio de 2011

O bumerangue

Você pode se dar conta ou não, mas está arremessando um bumerangue hoje. No jogo da vida, você joga bumerangues diariamente. Eles têm a forma das ações e dos comportamentos que você atira ao mundo e que vão voltar para você mais tarde – muitas vezes, com seus efeitos multiplicados.

Você já deve ter ouvido falar desse princípio de outras maneiras, por exemplo: “Tudo o que vai volta”, ou as frases bíblicas: “É dando que se recebe” e “Colherás aquilo que plantaste”.

Mas como esse princípio se aplica ao seu cotidiano? Posto de modo simples, se tratar os outros com amor e respeito, verá que, de maneira geral, será retribuído com amor e respeito. Se você servir aos outros, em troca eles lhe servirão também. É claro que esse princípio também se aplica a comportamentos negativos. Se você for extremamente crítico e metido a juiz, não fique surpreso se as pessoas começarem a criticá-lo e a julgá-lo também.

Falando nisso, nem sempre você recebe de volta o que mandou. Por exemplo, você pode roubar dinheiro de alguém e acabar na cadeia (em vez de alguém roubar o seu dinheiro). Mas consequências negativas sempre acompanham ações desonestas e inescrupulosas. Resultados positivos derivam de esforços honrados e justos.

Antes de continuarmos, vamos deixar algumas coisas bem claras sobre o conceito do bumerangue. A maioria das pessoas não acredita nisso porque falha em entender seus efeitos a longo prazo. O retorno das suas ações raramente ocorre imediatamente. De fato, muitas vezes, existe uma longa espera entre os atos e suas consequências.

Então, se você acha que está vivendo “corretamente” – ajuda os outros, é leal, criativo e ama sua família –, mas ainda não recebeu o que acha que merece, não se preocupe.

Você pode estar esquecendo as alegrias que já existem na sua vida. Ou, talvez, devesse considerar o que Ralph Waldo Emerson pensava sobre os retornos atrasados. Ele acreditava que as boas ações ganham juros e correções no “banco universal”. Elas aumentam de valor com o tempo e, um dia, você receberá uma bela surpresa. É dessa maneira que o universo recompensa pessoas persistentes, que perseguem pacientemente seu sucesso e, de uma hora para outra (para quem olha de fora), fazem um sucesso incrível.

Algumas pessoas têm problemas com o princípio do bumerangue porque esperam receber o “prêmio” da mesma pessoa para quem deram algo. Raramente funciona dessa maneira. Você nunca sabe de quem ou de onde o retorno virá – mas ele sempre virá.

Talvez a melhor forma de observar esse princípio em ação seja vê-lo ao contrário. Em outras palavras, focalize o que você tem recebido da vida ultimamente. Isso vai sinalizar o que você tem emitido – “colherás o que plantaste...”.

Se você não está recebendo alguma coisa que gostaria (amizade, amor, honestidade, dinheiro), considere que talvez não esteja dando essas coisas para aqueles à sua volta. Quando começar a dar o que deseja receber, você ativará o fluxo de volta.

É bem simples. Dê e receba de volta. Pense no poder e no controle do destino – e da sua vida – que isso põe em suas mãos.

Como você vai arremessar seu bumerangue hoje? A decisão é sua.



Ralph Marston é consultor e idealizador do site Motivator diário. Também escreve sobre marketing direto, marketing na Internet e desenvolvimento pessoal.
Visite o site: http://www.greatday.com/



Para 42% dos executivos, currículos dos brasileiros não são confiáveis

Entre os exageros mencionados no documento, as empresas ressaltam o aumento das responsabilidades da experiência.

Infomoney

O primeiro contato do profissional interessado em ingressar em uma empresa se dá pelo seu currículo. É por meio dele que o empregador irá decidir se convidará o candidato a participar do processo seletivo. Talvez devido à importância que o documento tem, 42% dos executivos brasileiros responsáveis pelo recrutamento afirmam que os candidatos exageram nas informações, o que pode tornar o currículo não confiável.

Apesar disso, 58% acreditam que os currículos refletem exatamente o perfil do profissional. Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada pela Robert Half com executivos de alta gestão das áreas de Recursos Humanos e Finanças.

Sobre os exageros

Entre os exageros mencionados no documento, os executivos brasileiros ressaltam o aumento das responsabilidades da experiência atual/anterior, com 48% das citações, conhecimento em idiomas, com 46%, e razões para deixar o emprego atual/antigo, com 42%.

Além disso, os entrevistados citaram que percebem um aumento em relação a responsabilidades de gestão e de supervisão de pessoas (39%), conhecimento de software (35%), nível de educação/diplomas (18%).

O que as empresas avaliam

Entre os itens que primeiro são avaliados pelos recrutadores no Brasil, estão a experiência profissional, indicada por 36%, seguida pelas qualificações profissionais, com 29%. As empresas também analisam a formação do candidato (13%) e as habilidades técnicas (12%).

O cargo e as informações pessoais, como idade, estado civil e endereço, foram indicados por apenas 5% dos executivos. Em relação ao idioma, nenhum recrutador indicou a fluência como o primeiro item que é avaliado no currículo. Já 1% informou que busca informações do profissional em rede sociais.

Redes sociais

Em relação às redes sociais, 83% dos entrevistados disseram que informações negativas ou fotos inadequadas em perfis podem influenciar na avaliação de um candidato qualificado, mesmo que a pessoa tenha um ótimo currículo.

Entre estes, 29% falariam com o candidato o motivo, enquanto 15% não tocariam no assunto. Já outros 39% falariam com o candidato e depois decidiriam se aprovariam o profissional.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Comunicação empática

Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo:

- Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito; tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.

Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde:

- Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.

Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui:

- Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!

Ao que você responde:

- Está bem. Positivamente, não enxergo nada!

E o médico retruca:

- Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...

Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino; afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.

Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?

Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com freqüência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.

Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido. Este princípio é a chave para a comunicação interpessoal.


(por Stephen R. Covey - "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes")

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Como aceitar (bem) um "não" no trabalho?

O fato é que ouvir um "não" tem um forte peso para muitos profissionais. Mas nem sempre precisa ser assim. Dá para encarar bem a situação.

Infomoney

Quem nunca ouviu um “não” na vida? Na trajetória profissional, as negativas também são bem comuns. E, assim como na vida pessoal, nem sempre são levadas numa boa. O fato é que ouvir um “não” do líder a respeito de uma ideia ou pedido de promoção ou mesmo de um colega de trabalho tem um forte peso para muitos profissionais. Mas nem sempre precisa ser assim.

“Claro que essa aceitação da negativa não é fácil, mas um feedback negativo faz parte do nosso processo de construção profissional”, ressalta a psicóloga, orientadora vocacional e analista de Carreiras da Veris Faculdades, Paula Souto Sanches. “É um momento de reflexão, porque somos suscetíveis a erros, e também é uma oportunidade de aprendizado”, diz.

“Na verdade, interpretamos uma negativa da forma que queremos”, afirma o consultor de Coaching da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jonas Tokarski. “Tanto o 'não' como o 'sim' são palavras curtas, mas que têm um poder extraordinário”, avalia o especialista, que ainda completa dizendo que, no mundo corporativo, é difícil encontrar quem encare bem essa negativa.
Por que é tão difícil aceitar

O fato de muitos profissionais sentirem dificuldades em aceitar uma negativa não é de hoje. Na verdade, conforme explicam os especialistas consultados, esse comportamento faz parte do DNA latino-americano. “Na nossa história, muito da cultura que temos foi importada de povos que nos colonizaram”, considera Tokarski.

Por conta dessa histórico, para o especialista, o “não” no mundo moderno tem uma carga muito negativa. “Geralmente, o profissional leva para o lado pessoal, se acha perseguido e o resultado é que ele passa a não trabalhar como antes e a produtividade cai”, explica.

No campo mais afetivo, Paula explica que adultos que tiveram todos os pedidos concedidos durante a infância têm mais chances de terem dificuldades de aceitar um “não”, ao passo que aqueles que tiveram uma infância marcada por negativas têm mais facilidade nessa aceitação. “Ele acaba entendendo melhor e enxerga o 'não' como um desafio”, explica.

Como encarar a negativa

Por mais difícil que possa parecer, encarar a negativa de uma maneira positiva só contribui para o seu desempenho profissional. Encarar o “não” de cara amarrada só desperta desmotivação, que pode prejudicar nos resultados finais. “Sem contar que a imagem do profissional pode ficar prejudicada, porque o comportamento está relacionado à maturidade dele”, diz a psicóloga.

Antes de encarar o “não” de uma maneira negativa, os especialistas ressaltam que ele não está atrelado ao fracasso. “É preciso entender os motivos que levaram o gestor a dizer o 'não'”, avalia Tokarski. Dessa forma, antes de simplesmente aceitar a negativa, questione o líder ou quem a deu sobre os motivos desse resultado.

“Quando ele encara de uma forma positiva essa negativa, o profissional fica mais motivado a acertar depois, a se superar e passa a ter uma visão maior sobre o seu trabalho”, explica Paula.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Habilidade de motivar está ligada à capacidade de conhecer pessoas

"Em uma equipe, o motivador é quem consegue entender qual tarefa traz mais satisfação para cada pessoa", diz especialista.

Infomoney

Quando se fala em liderança, a habilidade de motivar é um dos primeiros quesitos que vem à cabeça. Contudo, como desenvolver a característica?

Para o coordenador de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Samuel Artus, desenvolver a habilidade requer conhecimento de si próprio e das pessoas, entendendo que elas são diferentes em seus motivadores essenciais, mesmo que desempenhem o mesmo trabalho.

“Creio que todos possuímos aspectos motivadores, invariavelmente. Contudo, esses motivadores são distintos de uma pessoa para outra. Em uma equipe, o motivador é quem consegue entender qual tarefa/ atividade, função, traz mais satisfação para cada pessoa, convergindo para que os resultados sejam alcançados”, explica.

Só os líderes motivam?

Ainda na avaliação de Artus, apesar de ser fundamental para quem ocupa posição de liderança, a habilidade de motivar não é exclusiva destes profissionais, sendo que, para desenvolvê-la, cursos de autoconhecimento e gestão de pessoas podem ajudar.

Sobre o fato de a habilidade ser investigada em processos seletivos, ele informa que há esta possibilidade, sendo que a avaliação pode ser feita por meio de testes psicológicos, postura verbal e corporal do candidato.

Contudo, ressalta, mais do que a capacidade de motivar os outros, em uma entrevista de emprego é observado se “os motivadores essenciais do profissional serão valorizados no novo desafio profissional”.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Compreensão e percepção

À medida que você aprende a entender profundamente as outras pessoas, vai descobrir grandes diferenças em sua percepção e a dar valor ao impacto que estas diferenças provocam quando as pessoas tentam trabalhar juntas em situações interdependentes.

Por exemplo: você vê a moça. Eu enxergo a velha senhora. E nós dois podemos estar certos. Você pode olhar para o mundo através de seu centro no cônjuge, e eu pelas lentes do dinheiro e da preocupação econômica. Você pode ter sido criado com a mentalidade da abundância, e eu seguir a mentalidade da escassez.

Nossas percepções podem ser muito diferentes. E mesmo assim nós dois vivemos durante anos, cada qual com seus paradigmas, pensando que eles são "fatos", e questionando o caráter ou a competência conceitual de qualquer um que não consiga ver esses "fatos".

Bem, apesar de todas as nossas diferenças, estamos tentando trabalhar em conjunto, seja no casamento, no trabalho, num projeto de serviço comunitário. Nossa tarefa é administrar recursos e obter resultados. Mas somos seres diferentes... então, como vamos agir? Como vamos transcender os limites de nossas percepções individuais, de forma que possamos nos comunicar em profundidade, lidar cooperativamente com as questões que temos pela frente e alcançar soluções ganha/ganha?

A resposta é tentar primeiro compreender. Ou seja, compreender as necessidades e preocupações do outro para depois ser compreendido.

Os antigos gregos tinham uma filosofia que se encontra embutida em três palavras organizadas em seqüência: etos, patos, e logos. Etos é sua credibilidade pessoal, a fé que as pessoas têm em sua integridade e competência; patos é seu lado empático - o sentimento; e logos é a lógica, a parte pensada da comunicação.

Na seqüência: etos, patos, logos é igual a seu caráter, seu relacionamento e a lógica de sua mensagem. Portanto, acredito que essas três palavras abrigam a essência de procurar, primeiro, compreender para conseguir a eficácia no desenvolvimento de suas idéias e sua apresentação.


(Extraído do livro de Stephen Covye, ”Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”)

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Cinco tecnologias que podem turbinar o seu negócio

Além da internet como ferramenta de relacionamento com o cliente, vale ressaltar o potencial de tecnologias emergentes, como cloud computing, redes sociais e as aplicações para telefonia móvel.

Por Redação, www.administradores.com.br

Alguns empresários ainda não se deram conta da importância que as diversas tecnologias desenvolvidas e difundidas nos últimos anos têm para os seus negócios. Cada uma com potencial para um setor específico, todas têm contribuído de alguma maneira para o crescimento das empresas que já perceberam o quanto elas podem ser importantes.

Além da internet como ferramenta de relacionamento com o cliente, vale ressaltar o potencial de tecnologias emergentes, como cloud computing, redes sociais, mega-armazenamento de dados, softwares inteligentes e as aplicações para telefonia móvel, por exemplo. "O mercado ainda está em fase de investimento e adaptação às tecnologias disponíveis para transformar os negócios e passar a atuar num patamar mais elevado. Ainda falta quebrar a barreira do desconhecimento do enorme potencial das ferramentas disponíveis às empresas hoje em dia", afirma Ezequias Sena, presidente da Online Brasil.

De acordo com o executivo, quando o gestor mergulha no universo das possibilidades tecnológicas e passa a explorar novos modos de fazer a empresa prosperar, percebe rapidamente que está no caminho certo. "Entre as principais missões das tecnologias emergentes está a capacidade de gerenciar o relacionamento com clientes, o capital e os investimentos realizados, além de utilizar as informações a favor do crescimento da empresa, ganhando mercado de uma forma nunca antes experimentada em tão curto espaço de tempo", destaca Sena.

O executivo lista cinco tecnologias que considera as que têm maior potencial para impulsionar um negócio. São elas:

Internet como ferramenta de relacionamento com o cliente

"A internet aproximou as pessoas de forma antes impensada. Nunca foi tão rápido e fácil compreender o que o cliente necessita, deseja e em que está disposto a investir. Sem dúvida, hoje é mais rápido o processo de fidelizar consumidores de produtos e serviços utilizando a internet e tecnologias relacionadas", afirma.

Cloud computing

"A estratégia da computação na nuvem é permitir que se tenha acesso aos dados da empresa em que se trabalha de forma remota. Essa possibilidade vem se fazendo presente cada dia mais e está revolucionando não só os negócios, mas o próprio ambiente de trabalho. Ao invés de se apoiar num software, os recursos disponíveis no computador contam com respaldo de um programa instalado em algum lugar na internet, num servidor por sua vez instalado em um Data Center, gerenciado por especialistas em tecnologia. Esse tipo de nuvem também é classificado como 'on demand' ou SaaS (software as a service)", explica o executivo.

Redes sociais

"Não há como ignorar a revolução que vem sendo empreendida pelo Facebook, Twitter, Orkut e todas as demais comunidades que atraem cada vez mais pessoas para a conexão em rede", diz Sena.

E o executivo complementa, explicando que "s empresas devem aprender a tirar mais proveito desse networking em benefício próprio, ativando seus canais de marketing e de recrutamento de mão de obra especializada. Essas ferramentas certamente contribuem não só para o crescimento profissional e pessoal, mas também para melhorar a comunicação das empresas com todos os seus stakeholders, resultando em mais e melhores negócios".

Data center terceirizado

"A decisão de terceirizar o banco de dados deve representar um plus no valor percebido da empresa. A terceirização propõe uma mudança não só estrutural, como cultural. Repensando sistemas e controles, a empresa passa a concentrar esforços em seu core business, no seu próprio negócio", afirma.

m-Commerce

"A revolução da telefonia móvel vem causando alvoroço em vários setores da economia, principalmente naqueles que têm o consumidor final como seu público-alvo. Para as empresas que se utilizam da internet como ferramenta comercial, o grande desafio é oferecer condições ideais – ou seja, com agilidade, facilidade e segurança – para que o acesso do usuário à internet por meio do aparelho celular seja um convite à repetição. No Brasil, houve crescimento de 40% no comércio eletrônico entre 2009 e 2010. A tecnologia 3G, que permite acesso à internet via telefone celular, já representa 11% dos aparelhos – que somam mais de 200 milhões. Trata-se de uma tendência que vai pegar", ressalta.

E você: tem alguma tecnologia que o ajuda no seu dia a dia e faz toda a diferença para o seu negócio ou a sua carreira? Conte-nos deixando um comentário.